Butão, o país da Felicidade

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Butão, ou “Druk Yul” como preferem ser chamados, que em butanês (ou tibetano) significa “Terra do Dragão Trovejante” (druk = dragão), é um pequeno reino encravado entre as enormes cordilheiras do Himalaia, espremido geograficamente, pra não dizer esquecido, pelas fronteiras da China, a norte e oeste, e pela Índia, a leste e sul. A história do surgimento desse pequeno país é intimamente ligada a religiosidade de seus habitantes.

Butão

Você Sabia?
A muitos e muitos anos atrás, em um lugar distante chamado Tibet, vivia um rapaz chamado Songtsen Gampo. Songtsen desde cedo foi introduzido a fé nativa tibetana, que era cultuada com o nome de “bon”.  Com o passar dos anos, Songtsen se tornou o primeiro imperador do Tibet e influenciado por suas esposas chinesa han e nepalesa, resolveu que a religião tradicional tibetana deveria ser o budismo. Mas a nova religião não criou raízes na população, e não foi cultuada logo de cara. Para a manifestação da fé estrangeira, o imperador mandou construir templos ao redor do reino, em regiões específicas, para introduzir aos poucos a nova estrutura de fé. Devido as turbulências políticas geradas na época, muitos aristocratas resolveram então, fugir para essas regiões, onde estabeleceram seus poderes feudais. 

Ao longo dos séculos, esses feudos potencializaram a expressão de novas vertentes religiosas, que só tiveram sua unificação com a fuga do lama / líder militar tibetano Zhabdrung Ngawang Namgyel do Tibet, para uma dessas regiões afastadas. Foi estabelecida uma fortificação militar, e criada uma identidade nacional, religiosamente unida.  Inevitavelmente, houve a proclamação de um novo país, apoiado pela seita Drukpa (vertente do budismo). A religião se tornou oficial, e Zhabdrung Ngawang Namgyel se tornou o primeiro Shabdrung do Butão, “aquele a cujos pés todos se prostram”. Mesmo com esse título, o poder do país era dividido entre duas entidades, o druk desi (líder administrativo) e pelo Je Khempo (líder espiritual).

Mas esse sistema político fechado se enfraqueceu perante os vizinhos, e finalmente, para essa história toda que contei fazer algum sentido, esse novo país formado nas bases da vertente religiosa Drukpa budista, foi completamente tomado pelo governador de uma de suas regiões (antigos feudos), o “Penlop” de Tongsa, Ugyen Wangchuck, o qual foi coroado rei, em 1907, dessa região isolada, a qual chamamos hoje de Butão. E essa monarquia hereditária vigora até hoje.

Não acredita? Então adiciona o rei do Butão no facebook.

FACEBOOK do REI do BUTÃO

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“Rei Jigme Khesar Namgyal Wangchuck, do Butão.”

https://www.facebook.com/KingJigmeKhesar

RotasDoRafael_Como_chegar

Mesmo nos dias de hoje, onde fronteiras se tornaram nada mais que portões de entrada e saída de pessoas de multinacionalidades, onde todo mundo vai e vem pelo mundo em uma eterna transição de massas, entrar nesse país parado no tempo e repleto de tradições, não é tarefa simples. A começar pelo aeroporto.

A revista National Geographic, em uma matéria em seu site, listou os sete aeroportos mais perigosos do planeta.  Entre a pista de gelo da base Mc Murdo, na Antártida e o Aeroporto de Courchevel, no meio de uma estação de esqui, na França, está o Aeroporto de Paro, no Butão, único no país.

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“Aeroporto de Paro, Butão”
Foto: Shubhada Nikharge / Divulgação

“Aeroporto de Paro, Butão Encravado nas montanhas do Himalaia, entre a Índia e a China, o pequeno reino do Butão tem como único aeroporto o da cidade de Paro. A 60 km da capital, Thimbu, o aeroporto desafia os oito pilotos autorizados a pousar em sua pista com a dificuldade de passar em meio aos picos de mais de 6 mil metros de altura.”  

Se mesmo assim você quiser se arriscar, saiba que não existe vôos diretos do Brasil para o Butão. Para chegar a Paro, cidade que fica a 54km da capital Thimphu, que é a única que possui aeroporto no país, é necessário fazer uma conexão em Bangkok, na Tailândia, ou em Nova Déli, na Índia. Além dessas opções, pode conseguir também vôos saindo de Kathmandu, no Nepal, de Dhaka, em Bangladesh e de Gaya e Calcutá, na Índia. Mas todos os vôos para Butão, sendo conexão ou não, são feitos pela Drukair, que é a companhia aérea oficial do país.

Informações Úteis

Aeroporto Internacional de Paro

  • Nemeyzampa, Paro, Bhutan – Tel: 975 (8) 271856 / 271423

Companhias Aéreas para Bangkok, Nova Déli, Kathmandu, Dhaka, Gaya, Calcutá

  • Air France – Tel: 4003-9955 (de capitais e regiões metropolitanas)/ 0800 888-9955 (de outras localidades do Brasil) – www.airfrance.com.br
  • KLM (Royal Dutch Airlines) – Tel: 4003-1888 (de capitais e regiões metropolitanas)/ 0800 888-1888 (de outras localidades do Brasil) – www.klm.com.br

Companhia Aérea para Paro, no Butão

  • Drukair (Royal Bhutan Airlines) – Tel: 975 (8) 271856 ou 271857/271860 (atendimento em inglês) – www.drukair.com.bt

Mas antes de conseguir um vôo para lá, você precisa conseguir primeiro um visto de entrada no país. A empresa aérea não vende bilhetes sem o número do visto de turismo.

Conheça mais sobre o Butão (em inglês)

Visto e Imigração

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É necessário visto para entrada no Butão.

Todos os turistas que visitam o Butão, independente de sua nacionalidade (exceto os indianos), precisam de um visto de entrada no país. Esse, deve ser solicitado com pelo menos um mês de antecedência e tem o valor de US$40,00 dólares, também independente de sua nacionalidade. O visto lhe garante uma permissão de estadia de 14 dias. Essa permissão pode ser renovada apenas uma vez, por mais 14 dias.

Não existe consulado ou embaixada do Butão no Brasil, então o único jeito de conseguir um visto, é com uma operadora de viagem local (lá no Butão), ou com um representante em outro país. Existem agências no Brasil que se responsabilizam pelo tramite lá fora, mas que cobram um preço extra pelo serviço. Um dica do Rotas do Rafael é que você acerte o pacote com uma agência de viagem local (lá no Butão), pois eles resolverão todo o seu tramite de entrada no país, que vai muito além de somente conseguir o visto, e estarão lhe esperando no aeroporto, assim que você chegar.

Representante em outro país

Embaixada Brasileira (Butão) em Nova Déli
Endereço: Aurangzeb Road, 08, New Delhi, 110011 – Índia
Tel.: 91 (11) 2301-7301 (geral) e 2301-7301 (plantão) 
Site: http://www.india9.com/i9show/Embassy-of-Brazil-in-India-60843.htm

Embaixada Brasileira (Butão) em Bangcoc
Endereço: Lumpini Tower. 34 andar, 1168/101 Rama IV Road – Thungmahamek, Sathorn – Bangkok 10120 – Tailândia
Tel.: 66 (2) 679-8567/8568 e 285-6080 (geral) 
Site: www.brazilembassy.or.th 

Agência de Turismo no Butão

Existem centenas de companhias de turismo registradas no Butão. Em hipótese alguma (e por preço nenhum) faça seu pacote com uma agência que não esteja no diretório de registro do governo. Isso só lhe causará dor de cabeça na hora de entrar no país, visto que todas as taxas devem ser pagas com antecedência.  Segue uma lista das agências registradas.

http://www.tourism.gov.bt/directory/tour-operator

RotasDoRafael_RECOMENDA

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Snow White Treks and Tours

Endereço: P.O. Box 1123 – Thimphu, Bhutan
Tel: +975-2-343028 Fax: +975-2-321696 (Somente Inglês)
Email: snowwhite@druknet.bt  / kenchod@yahoo.com
Site: www.snowwhitetours.com.bt

“SWTT é uma das empresas citadas pelo guia “The Lonely Planet Guide on Bhutan”.”

Isso quer dizer que com 40 US$ eu entro no Butão?

Meu amigo, os seus problemas, inclusive financeiros, apenas começaram…

Restrições e Taxas de Turismo

Se você é daqueles que gosta de se aventurar por conta própria, sem planejamento, apenas com um mapa na mão, uma bússola, uma garrafa d’água, se deleitando nos prazeres do acaso, prepare-se para o choque de realidade. Essa independência não existe aqui no Butão. Devido ao extremo cuidado com a preservação das tradições e a extrema proteção de seu patrimônio cultural e ecológico (o que nos leva a entender a tardia abertura do país ao turismo, somente em 1974), o governo butanês controla ferrenhamente a entrada e circulação de turistas no país.

Por esse motivo, existe um fator que deve ser levado em consideração antes da solicitação do visto.

“O Pacote Mínimo de Visitação”

Achou os 40US$ de taxa para obtenção do visto cara? Para visitação do país, é necessário adquirir previamente um pacote fechado com alguma agência de viagem registrada, que inclui:

  • Estadia em hotel de 3 estrelas (4 e 5 estrelas são cobrados extra).
  • Todas as refeições (café da manhã, almoço e jantar).
  • Um guia registrado para lhe acompanhar durante sua estada.
  • Todo transporte terrestre interno, incluindo translado do aeroporto.
  • Equipamento de camping e de trekking.

Além disso, o pacote também inclui:

  • Todas as taxas e impostos governamentais
  • Um royalty de turismo sustentável de 65 US$, que é usado para garantir educação e tratamento de saúde gratuitos a população, além de combater a pobreza e garantir melhoras na infra estrutura do país.

Agora o preço (para grupos de 3 pessoas ou mais):

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  • US$ 200,00 (dólares) por pessoa, POR NOITE passada no país, durante os meses de Janeiro, Fevereiro, Junho, Julho, Agosto e Dezembro.
  • US$250,00 (dólares), por pessoa, POR NOITE passada no país, durante os meses de Março, Abril, Maio, Setembro, Outubro e Novembro.

Para grupos menores (2 pessoas) ou viajantes solitários, ainda existe uma taxa adicional de US$ 30,00 e US$ 40,00, respectivamente.

E tudo isso deve ser pago ANTES de receber o visto. Caro né?

Então vamos aos descontos:

  • Não será cobrada taxa de crianças com menos de 5 anos. Crianças de 6 até 12 anos, acompanhadas por adultos, terão 50% de desconto nas tarifas diárias e 100% de desconto (isenção) da taxa de Royalty de US$ 65,00.
  • Estudantes menores de 25 anos, com uma carteira da instituição acadêmica que os o identifique como tal, terão 25% de desconto na taxa de Royalty de US$ 65,00.
  • Em grupos com 11 pessoas, uma terá o desconto de 50% nas taxas do pacote mínimo de estadia.
  • Em grupos com mais de 16 pessoas, uma terá um desconto de 100% (isenção) nas taxas do pacote mínimo de estadia.
  • Será dado um desconto de 50% por pessoa na taxa de Royalty de US$ 65,00 depois da oitava (8) noite no país, e um desconto de 100% (isenção), depois da décima quarta (14) noite no país.
Você Sabia?
Até 1970, não existia o conceito de dinheiro no Butão, e praticamente todo o comércio era realizado à base de trocas. Hoje, o país tem uma moeda com um nome quase impronunciável: o Ngultrum.

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Na conversão, 1 Real equivale a 25 Ngultrum.

“Falando nisso, como eu consigo dinheiro aqui no Butão?”

Aqui no Butão é possível utilizar a Rúpia Indiana (exceto notas de 500 e 1000) para comprar coisas e pagar serviços. Porém não existe a menor necessidade disso. Existem caixas eletrônicos localizados em todas as principais cidades do país, onde o dinheiro (Ngultrum) pode ser retirado usando um cartão Visa ou MasterCard. Além disso, a maioria dos estabelecimentos por lá, já aceitam cartão de crédito. Então não se preocupe.

Segue uma lista dos locais onde é possível encontrar caixas eletrônicos (ATMs) no Butão (em Inglês).

http://www.bob.bt/contact-us/atm-locator/#sthash.CI9v8lep.dpuf

Pra você ter uma ideia de preços:

Uma garrafa de água, uma dose de ara (bebida típica, tipo de cachaça feita de arroz), uma xícara de café ou de chá lhe sairão aproximadamente 20 Ngultrums. Uma dose de uísque custará algo em torno de 120 Ngultruns. Uma corrida de táxi de Paro até Thimphu (capital), de 54 km de distância, sairá por menos de US$ 10.

RotasDoRafael_ATRAÇÕES
Mosteiro de Taktsang ou Paro Taktsang

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“Monastério de Taktshang – O “Ninho do Tigre” – Butão”

Provavelmente o mais famoso mosteiro do Butão, encravado na montanha Taktsang Senge Samdup, é um dos 13 mosteiros-cavernas taktsang(s) (ou como são mais conhecidos, ninho(s) do tigre (tiger lair, em inglês)) espalhados pelo Tibet e pelo Butão, onde o famoso guru tibetano Padmasambhava (considerado o buda do Tibet), teria meditado a muitos e muitos anos atrás.

Apesar da lenda rezar que esse guru Padmasambhava tenha voado até os 3120 metros onde está situada a caverna no lombo de um tigre, pra quem não é santo ou guro nem nada, esse caminho deve ser feito a pé, ou no lombo de uma mula mesmo, que não voa.

São 7 templos abertos ao público que podem ser visitados e no caminho você pode tirar a famosa foto cartão-postal do país.

Mas afinal, quem é esse Padmasambhava?

“O Guru Rinpoche (também conhecido por Padmasambhava, Pema Jungne ou Padmakara) pode ser visto como o Buda do Tibete, pois é o fundador da escola Tibetana, ou tântrica, do Budismo. Para a tradição Tibetana ele foi uma emanação do Buda Amitaba. A sua vinda foi prevista pelo Buda Shakyamuni, e sua vida foi repleta de fatos extraordinários, desde o nascimento em uma flor de lótus, num corpo de um garoto de 8 anos, até manifestações múltiplas de si mesmo, ao mesmo tempo em lugares diversos.”

Wikipedia

Ele é uma figura tão importante por essas bandas butanesas, que em sua honra é executada a Ngacham (“dança da máscara”) de Drametse, performance esta reconhecida pela UNESCO como uma das Obras-primas do Património Oral e Imaterial da Humanidade.

Olha que demais:

Você Sabia?
O bem mais precioso do Butão é mantido guardado na fortaleza Punakha Dzong. O Rangjung (‘Self-Created’) Kharsapani, uma imagem de Chenresig, usada nos tradicionais festivais Domchoe, está em alguma sala escondida da visitação do público.Thimphu-Drubchoe-festival-2“Milhares de devotos participaram da dança Lham Tsomo, um dos destaques da
14 dias anual festival Thimphu Domchoe, no pátio do Tashichhodzong
no Domingo, 23 de Setembro.”

Punakha Dzong

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“Antiga sede de governo, Punakha Dzong, no distrito de Punakha.”

Também chamado de Pungtang Dechen Photrang Dzong, ou “O Palácio da grande Felicidade”, foi o segundo dzong a ser construído no Butão (apesar de ser considerado o mais bonito) e serviu de capital e sede do governo até Thimphu ser eleita como capital.

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“Também chamado de ‘O Palácio da grande Felicidade’.”

Curiosidades sobre o lugar. O rei Jigme Khesar Namgyal Wangchuck, estudou na escola liberal de artes Wheaton College, em Massachusetts, se formou na Universidade de Oxford e frequentou a Phillips Academy, também em Massachusetts. Todo esse tempo que morou nos Estados Unidos, ele provavelmente deve ter assistidos muitos musicais e filmes da Disney. Porque eu digo isso?

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“…ele provavelmente deve ter assistidos muitos musicais e filmes da Disney.”

Pois quando ele voltou ao Butão, resolveu que ele próprio queria viver um conto de fadas digno de filme. Encontrou uma estudante de 23 anos, gata, fofinha, relativamente pobre, e como filho do rei indiferente a classes sociais, a pediu em casamento publicamente.

“Jetsun Pema é uma menina de bom coração que me dá muito apoio e em quem eu posso confiar. Eu não posso dizer como ela parece para o povo, mas para mim, ela é a escolhida.”

Rei Jigme Khesar Namgyal Wangchuck

A cerimônia de casamento foi realizada aqui, no palácio da grande felicidade, no Punakha Dzong, palco desse conto de fadas oriental. Ahhh o amor…

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“Ahhh o amor…de conto de fadas.”

“Psicanalistas vêem na história de Cinderela muito mais do que uma simples trama romântica. Por ter origem atemporal e ter surgido em várias civilizações diferentes, a trajetória da protagonista traduziria uma espécie de arquétipo fundamental, traduzindo o anseio natural da psiquê humana em ser reconhecida especial e levada a uma existência superior.”

Wikipedia

Ta Dzong, o Museu Nacional

O Museu Ta Dzong está localizado no morro atrás da Paro Dzong, instalado em uma torre de relógio do século 17. Ele tem uma arquitetura única e garante belas vistas panorâmicas paro o vale de Paro.

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“Ta Dzong, o Museu Nacional.”

Inaugurado em 1968, possui uma coleção de artes plásticas, pinturas e esculturas em bronze. Há também os têxteis, as jóias, o artesanato e as galerias de animais empalhados e borboletas típicas do Butão. A sala dos selos é outra muito popular. O piso superior do Museu é uma capela que contém uma “árvore” representando as principais figuras das quatro escolas religiosas do budismo tibetano.

Hoje, o Museu Nacional tem na sua posse mais de 3.000 obras de arte butaneses, cobrindo mais de 1.500 anos de herança cultural do Butão explorando tradições e costumes que representam uma notável mistura do passado com o presente. É uma grande atração para os visitantes locais e estrangeiros.

Memorial Chorten, o Tributo ao Terceiro Rei

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“Memorial Chorten, em Thimphu.”

Essa grande  construção de estilo tibetano é uma das estruturas religiosas mais visíveis em Thimphu, e para muitos butaneses, o foco de sua adoração diária. Foi construído em 1974 como um memorial para o terceiro rei do Butão, Jigme Dorji Wangchuck (1928-1972).

Durante todo o dia, pessoas circulam a estrutura, girando as grandes rodas vermelhas de oração e rezam, em um pequeno santuário dentro do portão. 

Você Sabia?
O rei Jigme Khesar Namgyal Wangchuck é considerado o mais novo chefe de estado do mundo. O rei do Butão tem apenas 33 anos de idade e é o filho mais velho de Jigme Singye Wangchuck, rei butanês anterior.Segue a cronologia da monarquia butanesa:

  • Ugyen Wangchuck foi o primeiro rei da Dinastia Wangchuck e governou de 1907 a 1926.
  • Jigme Wangchuck foi o segundo rei do Butão e ficou no poder de 1926 até 1952.
  • Jigme Dorji Wangchuck foi o terceiro rei, de 1952 a 1972.
  • Jigme Singye Wangchuck foi o quarto rei, de 1972 a 2006.
  • Jigme Khesar Wangchuck é o atual rei desde 2006.

Buddha Dordenma, o maior Buda do Mundo

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“Buddha Dordenma, o maior buda do mundo.”

Buda Dordenma é uma estátua de Buda Shakyamuni gigantesca em construção nas montanhas do Butão. A estátua vai abrigar mais de cem mil estátuas menores de Buda, cada um dos quais, assim como o próprio Buda Dordenma, feitos de bronze e banhados em ouro. Após a conclusão, essa será a maior estátua de Buda do mundo, a uma altura de 51,5 metros. Eles acreditam que a estátua irá abençoar, alegrar e trazer paz ao mundo. É, como se a paz mundial pudesse ser comprada com 50 milhões de dólares.

RotasDoRafael_RECOMENDA

O Trilha do Dragão (The DRUK TREK)

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Trekking de 6 dias no Butão.

A caminhada seis dias é a caminhada mais popular no país, uma vez que passa por uma paisagem natural deslumbrante de florestas de pinheiros azuis, altas cordilheiras e lagos cristalinos, ao mesmo tempo que oferece a oportunidade de visitar algumas lhakhangs antigos, dzongs e aldeias.

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Não tem preparo físico pra isso? Não se preocupe. Essa uma caminhada bastante fácil de realizar, pois possui curtas distâncias entre os locais de acampamentos. A trilha leva você através de florestas de abeto e pinho azul em altitudes que variam entre 2400-4200 m. No terceiro dia você chegará ao Jimiling Lake, cuja águas cristalinas são o lar da truta gigante.

Esta caminhada também oferece aos caminhantes, vistas deslumbrantes do Monte Gangkar Puensum, o pico não escalado mais alto do mundo. Os melhores horários para embarcar na são entre março-junho e setembro-novembro.

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“Monte Gangkar Puensum, o pico não escalado mais alto do mundo.”

Saiba mais:

http://www.keadventure.com/trip/drk/the-druk-path-bhutan-s-classic-short-trek.html

http://www.tourism.gov.bt/trek/druk-path-trek

Ah, mas você gosta de desafio? Que tal tentar a trilha mais difícil do Butão e uma das trilhas mais difíceis do mundo? Então tenta essa…

The SNOWMAN TREK

Saiba mais: http://www.tourism.gov.bt/trek/snowman-trek-i

RotasDoRafael_GASTRONOMIA

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Os hábitos alimentares tradicionais butaneses são simples e, em geral, o alimento é comido com as mãos. Geralmente são as mulheres que servem a comida. Na maioria dos casos, a mãe. Antes de comer, todos recitam uma breve oração e é oferecido e um pequeno pedaço de comida, colocado no chão como oferenda aos espíritos e divindades locais. Mas caso seja convidado a comer na casa de alguém, não saia se servindo ao seu bel prazer após a oração. O alimento deve ser servido primeiro ao chefe da família e depois aos demais convidados, que sentam de pernas cruzadas ao redor da mesa.

Infelizmente pra nós, sedentos de novas culturas, mas talvez, felizmente pra eles, os hábitos alimentares mudaram em áreas urbanas, e as pessoas comem com talheres, sentadas em uma mesa de jantar convencional. Os pratos não são mais preparados em louça de barro, mas com potes e panelas mais modernas.

Ema Datshi – o mais famoso da cozinha butanesa.

O Ema Datshi é feito a base de pimentões e queijo, como o próprio nome sugere. Anh? Sim, em Dzongk (língua local), Ema, significa “chilli” e Datshi, queijo. Para fazer a receita, pode-se usar diferentes tipos de pimentões (verde, vermelho, e branco??). O queijo, é feito a partir da coalhada, de leite de vaca ou iaques. No processo, a gordura é removida para fazer a manteiga, e o restante é utilizado para fazer o queijo. O líquido aquoso que resta, é utilizado em sopas, servidas com o arroz. Nada é desperdiçado.

Quer tentar?

Receita de Ema Datshi

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Ingredientes
250g de pimentões (verde / vermelho /amarelo)
1 cebola picada longitudinalmente
2 tomates
250g de queijo Fetta (Fetta Cheese)
5 dentes de alho, picados fininho
3 folhas de coentro
2 colheres de chá de Óleo vegetal

Modo de fazer
Corte os pimentões longitudinalmente (1 pimenta = 4 unidades). Coloque esses pimentões e a cebola picada em uma panela de água (aproximadamente 400 ml). Adicione o óleo vegetal. Em seguida, ferva em fogo médio por cerca de 10 minutos. Adicione o tomate e o alho e cozinhe por mais 2 minutos. Adicione o queijo e deixe-o permanecer por 2-3 minutos. Por fim, adicione o coentro e desligue o fogo. Mexa. Mantenha fechado por mais 2 minutos. E então está pronto sua Ema datshi. Serve três pessoas. Como sempre, servir com uma generosa porção de arroz.

Outra grande tradição butanesa é o chá de manteiga de iaque, ou Po Cha. Como eu disse, é feito de folhas de chá, manteiga de iaque e sal, e é sempre servido aos convidados quando recebidos pelo anfitrião.

Po Cha – O Chá de manteiga de Iaque

Beber chá de manteiga faz parte do dia a dia do Butanês. Antes do trabalho, um butanês, normalmente bebe várias canecas desta bebida. Chega-se ao cúmulo de trabalhadores do campo beberem até 40 canecos em um dia. Como a manteiga é o ingrediente principal, esse chá proporciona muita energia calórica e é particularmente adequado para altas altitudes, onde o corpo gasta muita energia para se manter aquecido. A manteiga também ajuda a prevenir lábios rachados, típicos de regiões geladas.

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“Beber chá de manteiga faz parte do dia a dia do Butanês.”

Ingredientes

  • 1 colher de sopa de chá preto (de preferência Nepalense ou Indiano);
  • 700 ml de leite integral ou água;
  • 2 colheres de sopa de manteiga sem sal;
  • Sal a gosto.

Modo de fazer

Deve-se ferver a água ou o leite e adicionar um punhado de folhas de chá dentro até que o líquido fique quase preto (de 2 a 10 minutos, dependendo do amargor que preferir). Adicionar o sal. O chá é então jogado em um cilindro de madeira (batedeira), e um grande pedaço de manteiga de iaque é adicionada. Esta mistura é então batida e agitada, até que o chá atinja a consistência adequada, para então ser transferida para uma chaleira de cobre, que se é colocada em um braseiro para manter a mistura aquecida. Caso você não possua uma batedeira em cilindro de madeira, você pode, com cuidado, bater a mistura no liquidificador. Serve 2 pessoas.

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“Passo a passo para fazer o Chá de Manteiga de Iaque.”

De acordo com o costume butanês, o chá de manteiga de iaque é bebido em pequenos goles, e depois de cada gole, o anfitrião enche a tigela até a borda de novo. Assim, a caneca do hóspede nunca fica vazia, pelo contrário, está sempre cheia. Se o visitante não quer mais beber, a melhor coisa a fazer é deixar o chá intocado até chegar a hora de sair e, em seguida, retornar o chá a chaleira. Desta forma o anfitrião não ficará ofendido.

Mas que povo atrasado, né?

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“Família butanesa com sua comida.”

Ainda bem que desse lado ocidental, nós “evoluímos”.

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“Família americana com sua comida.”

Ou não.

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Acreditem se quiserem, o Butão e o Nepal são as duas únicas nações no mundo que nunca foram ocupadas, conquistadas ou governadas por outros poderes, tendo um passado totalmente independente de outros países. Talvez, esse seja o motivo que explique sua cultura extremamente rica, genuína e livre de qualquer tipo de influência externa.

Vestimenta Tradicional

A quem diga que saia e vestido são uma vestimenta feminina. Pois aqui no Butão, esse conceito não existe. O traje nacional dos homens por aqui chama-se “Gho“, e é uma espécie de vestido, preso por um cinto na cintura, todo feito de tecido xadrez. Nos pés, meias três quartos e sapatos de couro preto.

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“Gho, a vestimenta masculina butanesa.”

Já as mulheres vestem a “Kira”, um vestido longo preso acima dos seios, estilo tomara que caia. Os ombros são cobertos por camisas de seda com tecidos coloridos.

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“Essas vestimentas são usadas por toda a população.”

Essas vestimentas são usadas por toda a população, seja na recepção do hotel, nas ruas ou até mesmo trabalhando numa lavoura de arroz.

Idioma

O butanês, ou Dzonga, que é a língua oficial do Butão, está para o tibetano (Tibet), assim como o cantonês (dialeto Chinês) está para o mandarim (China). Nem pense que conseguirá se comunicar por aqui muito além do padrão viajante “Bom dia”, “Olá”, “Obrigado”, “Quanto custa?” e “Até Logo”.

Para as demais situações, o Inglês é bem recebido, e quebrará seu galho.

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“O butanês, ou Dzonga, língua oficial do Butão.”

Meditação e Religiosidade

O Butão é uma monarquia extremamente ligada a religião. O budismo praticado no país hoje permeia quase todos os aspectos do estilo de vida butanês. Ela está presente nos Dzongs, nos mosteiros, nas stupas, nas rodas de oração, no ritual do carrilhão de sinos, no som dos gongos, nas bandeiras de oração esvoaçantes, nos monges vestidos de vermelho, em tudo, e demonstra a importância que isso tem na vida da população. Estima-se que 3/4 de sua população pratique o budismo Vajrayana, que é a religião do reino, e apenas 1/4 o hinduismo. Outras religiões representam menos de 1% da população. Apesar de garantir a liberdade religiosa, o Estado proíbe o proselitismo religioso, que é o empenho ativista de converter fiéis.

Você Sabia?
A bandeira do Butão está dividida na diagonal, formando dois triângulos. O superior, amarelo, representando a monarquia secular, e o inferior, cor-de-laranja, representando a religião budista.

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“Bandeira Oficial de Butão.”

No meio, está simbolizado um dragão branco, ou “Druk”, representando o nome do Butão em tibetano, que é “A Terra do Dragão” (Druk Yul). O dragão ainda possui joias, presas em suas garras, que representam a abundância.

Como um dos últimos redutos do Budismo Vajrayana , a meditação nos retiros butaneses são uma prática comum entre os monges e praticantes budistas no Butão. Pequenos centros de retiro e ermidas estão localizados em todo o país , geralmente ao lado de templos , mosteiros e escolas monásticas.

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“Como um dos últimos redutos do Budismo Vajrayana , a meditação nos retiros butaneses são uma prática comum entre os monges e praticantes budistas no Butão.”

Estes retiros e centros de meditação proporcionam locais de descanso e oferece uma pausa ao stress da vida cotidiana. Devotos budistas muitas vezes se aventuram nas montanhas por meses em um momento singular de meditação, proporcionando a oportunidade de mergulhar em seu eu interior e meditar sobre o propósito da vida .

Mas eu não sou budista Rafael.

E daí? Muitos turistas, mesmo sem nenhum contato anterior com o budismo, vêm ao Butão para meditar. Alguns itinerários incluem programas longos, que duram por dias, enquanto outros oferecem retiros solitários, de apenas algumas horas. De uma forma ou outra, é nas colinas altas e nos templos, onde a serenidade e beleza da natureza pode ser apreciada em silêncio, sem nenhum tipo de perturbação.

retiros-de-meditação-butão

“Mas eu não sou budista Rafael. E daí?”

Agências de turismo podem incluir programas de meditação em seu itinerário , se você estiver interessado em experimentar alguma forma de retiro butanês. Além disso, a maioria dos hotéis também oferecem sessões de yôga , retiros de meditação dentro das próprias instalações do hotel.

Mas se meditar não é sua praia, tem outra forma de ficar tranquilão no Butão.

Tem.

Gasa Tshachu (Hotspring)

Um costume entre os butaneses, as casas de banho “tshachu” são uma obrigação pra quem quer imergir na cultura local.

The Gasa Tshachu Butão 2

“As casas de banho “tshachu” são uma obrigação pra quem quer imergir na cultura local.”

O mais popular entre butaneses é o Gasa Tshachu, que detém um número recorde de visitantes. Cada “banheira” pode acomodar cerca de 20 a 25 pessoas , mas geralmente, mais de 60 pessoas ficam amontoados. Mas existem somente quatro banheiras em Gasa Tshachu. A fim de dar oportunidade a todas as pessoas, existe uma programação, que nem sempre é respeitada.

Não, pra mim esse Tshachu aí é imergir demais na cultura. Existe alguma outra forma, mais ocidental?

Acredite, existe.

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Hotel “Uma”, por COMO, em Paro.

Uma“, por COMO, em Paro. Esse é o nome do íntimo resort de 29 quartos, divididos em moradias particulares, mais exclusivo do Butão. Com uma localização invejável, no Vale de Paro, ele coloca você dentro de grandes marcos culturais do país. O estilo combina o artesanato local com o estilo contemporâneo da rede COMO, enquanto que as atividades vão desde ioga, até aventuras de camping no Himalaia. Além disso, o restaurante Bukhari, dentro das instalações do hotel, é o favorito da família real. Se você é dos que gostam de luxo e conforto, e principalmente dos que podem pagar muito, esse é o seu lugar.

http://www.comohotels.com/umaparo

Por falar nisso…

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Há muitos tipos diferentes de acomodações disponíveis para os visitantes de Butão, que vão desde luxuosos resorts 5 estrelas, para pequenos hotéis acolhedores, guesthouses e fazendas ou casas tradicionais butaneses.

Hotéis e Guesthouses

Butão tem centenas de hotéis e guesthouses localizados em todo o país. Eles vão desde pequenos, simples e limpos hotéis locais, até resorts de luxo para viajantes que procuram um verdadeiro deleite.

Todos os operadores turísticos são obrigados a fornecer aos seus clientes, no mínimo, acomodações de 3 estrelas, então não se preocupe com conforto. A maioria dos hotéis oferecem aos seus hóspedes televisão, serviço de quartos, academias de ginástica, spas e inclusive Wi-fi. No entanto, os serviços disponíveis variam de hotel para hotel. Vale perguntar ao seu agente antes de fechar o negócio.

Lista de hotéis e guesthouses em todos os distritos:

http://www.tourism.gov.bt/directory/hotel

Fazendas e Casas Tradicionais (Farm e Home-stays)

Os visitantes também têm a opção de passar uma noite em um tradicional fazenda ou casa butanesa. Como a agricultura ainda é uma das principais fontes de subsistência entre a população, esse tipo de estadia lhe dará uma excelente experiência do dia-a-dia da vida de uma família típica do Butão.

Você vai ser capaz de observar antigas tradições agrícolas, ver de perto como a família encara suas tarefas diárias no campo. Além disso, vai desfrutar de verdadeiras refeições caseiras e da hospitalidade incomparável dos butaneses.

Lista de fazendas e casas para hospedagem em todos os distritos.

http://www.tourism.gov.bt/directory/homestay

Todas as fazendas e casas sancionadas e listadas estão localizadas na zona rural do Butão. Longe do barulho e das multidões dos centros populacionais. Saiba, eletricidade e água corrente não estão disponíveis. A água quente pode ser fornecida pela família, mas no máximo será servida em uma bacia ou tigela. Hospede-se em um desse somente se estiver a fim de experimentar uma vida tradicional butanesa, sem se importar com luxo e conforto ocidentais. 

“O turista pode desfrutar de sua estadia nesta casa / fazenda através da realização de algumas atividades especiais como: a fêmea turista (hahaha) pode cozinhar junto com o anfitrião, e aprender a preparar pratos butaneses tradicionais. O turista masculino (hahahaha) pode praticar o jogo nacional butanês, chamado de Tiro com Arco (Arco e Flecha)”

Kesang Wangmo’s Farm House

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“O turista masculino (hahahaha) pode praticar o jogo nacional butanês, chamado de Tiro com Arco.”

Se você vai se dar ao trabalho de vir para o outro lado do mundo, no meio do Himalaia, pelo menos faça isso direito e viva essa experiência ao máximo. É nisso que eu acredito.

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Você Sabia? O País da Felicidade
O Butão, uma das nações na lista das mais pobres segundo a ONU, abriga a população considerada uma das mais felizes do mundo. As pessoas são muito simples e tranquilas, sem preocupações. As decisões, são sempre tomadas baseadas nos sentimentos que elas irão gerar. Se for pra gerar um sentimento bom, essa decisão então é acertada. Pergunte a um butanês: “Posso fazer isso?”.Sua resposta será: “Se isso te faz feliz, sim”.Apesar do baixo PIB (o salário mínimo é de 100 US$), a nação tem índices como fome e analfabetismos nulos, e os índices de violência no país são quase inexistentes, e não existem mendigos nas ruas. É obrigação do estado proporcionar a população, condições de buscar a felicidade e seguir os ensinamentos do budismo, que é a religião predominante no país.Existe ainda, assim como o PIB (produto interno bruto), uma política de FIB (felicidade interna bruta), que mede o grau de satisfação da população. Porque aqui, qualidade de vida é levada a sério. Por isso o Butão é considerado, o país da felicidade. Legal né?Os quatro principais pilares da Felicidade Nacional Bruta são:1. Desenvolvimento sócio-econômico equitativo e igualitário;
2. Preservação e promoção do patrimônio cultural e espiritual;
3. Conservação do meio ambiente e;
4. Um bom governo.

butão-felicidade-asia

“A felicidade está na mente. Se isso for compreendido, a felicidade pode ser encontrada por um indivíduo, uma nação, e por toda uma população. Muitos países sacrificaram sua cultura e o meio ambiente para a expansão econômica. Essa espoliação que resulta de tal expansão é semelhante ao crescimento de um tumor cancerígeno, que lentamente destrói o seu hospedeiro e, eventualmente, a si próprio.”

População Butanesa e o Mundo (em Inglês): http://www.youtube.com/watch?v=WvTMQtTpcHw

Conheça o Butão (em Inglês): http://www.youtube.com/watch?v=m9MFDOGUJA0#t=361

Um comentário sobre “Butão, o país da Felicidade

  1. Pingback: RTM em: Rotas do Pablo – Peru e Bolívia | Rotas do Rafael

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